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Guarda-Nuvem

Uma nuvem luminosa atravessa a cidade em câmara lenta. 

Uma performance poética que convida a abrandar e respirar.

Há encontros que acontecem devagar. O tempo abranda e duas figuras avançam lentamente sob uma nuvem luminosa que respira sons nostálgicos.
Com uma estética invernal, a performance cruza diferentes disciplinas num gesto universal, acessível a todas as idades e culturas. Em câmara lenta, desenha uma paisagem delicada onde o público é convidado a parar, a respirar e a reencontrar-se com a ternura.
Num mundo marcado pela pressa, pela violência e pela guerra, Guarda-Nuvem surge como um gesto de amor e ergue-se como um contraponto necessário. Uma viagem sensível que toca o coração e abre um espaço de contemplação e esperança.

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Ficha Técnica

Criação e Interpretação: 

Marisa Freitas e Vítor Rodrigues

Produção: 

Seistopeia

Direção Artística, Figurinos e Cenografia:: 

Seistopeia

Produção: 

Meridiano d'Andorinha


 

Duração: 30 a 60 minutos (aprox)

Tipo: Não fixo 

Público-Alvo: Público Geral

explicação

Guarda-Nuvem é uma performance no espaço público, de natureza não-fixa, construída sobre um movimento muito lento e sincronizado, próximo de uma linguagem coreográfica. O deslocamento dos personagens contrasta com o ritmo acelerado da cidade e transforma a paisagem urbana num espaço de pausa e observação. Não existe comunicação verbal: a relação com o público estabelece-se através do gesto, da presença e da expressão física.
A criação cruza técnicas de  teatro físico, clown e dança Butoh. Dois personagens percorrem lentamente o espaço sob um grande guarda-chuva iluminado, em forma de nuvem, pontuado por pequenas luzes como flocos de neve. A ação é acompanhada por uma paisagem sonora composta por melodias lentas e ambientes minimalistas que evocam o silêncio e a contemplação. A caracterização e a estética invernal reforçam esta atmosfera, evocando um tempo de abrigo e quietude.
Pela sua natureza deambulante, a performance desenvolve-se no encontro com quem passa, assumindo a forma de um walk-by act. A ação desenvolve-se num raio aproximado de 200 metros, permitindo uma presença prolongada no mesmo espaço urbano.
Ao avançar em câmara lenta, os intérpretes introduzem uma alteração subtil no fluxo da cidade. A lentidão torna-se um gesto político no espaço público: um convite a abrandar por instantes, a observar e a partilhar um momento poético de suspensão no quotidiano urbano.

CONTATOS

​​Tel.:

Marisa Freitas   (+351) 918 405 045 - Produção

Vitor Rodrigues   (+351) 916 251 130 - Direcção

seistopeiapt@gmail.com

Santa Maria da Feira, PORTUGAL

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